Release
02/2006
Itápolis, 18 de janeiro de 2006.
Falta
de quórum impede realização de sessão
extraordinária
Nova
sessão foi marcada para segunda-feira
Apenas três vereadores compareceram ao Plenário
da Câmara e a sessão extraordinária de
quarta-feira não pôde ser realizada. Para que
uma sessão possa ser aberta, deve haver número
mínimo de metade mais um vereador presente na Câmara.
Em Itápolis, isso significa cinco vereadores de um
total de nove. Estavam apenas os vereadores Solange Próspero,
Marinho e o presidente Engenheiro Irani Biazotti. Nova extraordinária
foi marcada para segunda-feira, dia 23 de janeiro, às
oito horas da manhã, com a mesma pauta da sessão
de quarta.
Duas proposituras entrariam na ordem do dia e devem ser votadas
na sessão da semana que vem. A primeira delas é
um projeto de autoria da Mesa da Câmara que corrige
em 10% os vencimentos dos vereadores e funcionários
do Legislativo. O procedimento está previsto no artigo
37 da Constituição Federal e denomina-se revisão
geral anual. O projeto também cria data-base em 1º
de janeiro para reajuste dos funcionários e vereadores.
Na justificação, os membros da Mesa Diretora
consideraram a perda do poder aquisitivo dos vencimentos ao
longo de 2005 e destacaram a “folga” na previsão
de gastos com a folha de pagamento.
A segunda é a votação do parecer do Tribunal
de Contas do Estado de São Paulo relativo às
contas da Prefeitura Municipal no ano de 2003, gestão
Ubaldo José Massari Júnior. A comissão
permanente de Finanças e Orçamento, responsável
também pela elaboração de parecer e proposição
de decreto legislativo regulamentando a decisão, mostrou-se
dividida, o que, ao que tudo indica, também dividiria
o Plenário.
O Tribunal de Contas emitiu parecer recomendando a aprovação
das contas. O parecer, no entanto, aponta algumas exceções.
Baseada no parecer do Tribunal, a vereadora Solange Próspero,
presidente da comissão de Finanças e Orçamento,
ratifica a posição do órgão e
propõe aprovação. Já os vereadores
Sacilotto e Fernando Travensolo, respectivamente relator e
secretário da comissão, propõem a rejeição,
baseados nas exceções apresentadas.
Para que a rejeição seja sacramentada, dois
terços dos vereadores devem votar contra o parecer
do Tribunal de Contas e aprovar o parecer dos vereadores Sacilotto
e Fernando Travensolo.
Nas sessões extraordinárias da Câmara
Municipal de Itápolis não há pagamento
aos vereadores e, por sua vez, nem desconto aos que não
comparecem.
A próxima sessão de Câmara ocorre após
o recesso parlamentar, no dia 07 de fevereiro. O local é
a sede da Câmara Municipal – Avenida Florêncio
Terra, 523, Centro.
Outras
informações no setor de imprensa da Câmara
Municipal - telefone (16) 3262 1322 – ramal 22 ou pelo
www.camaraitapolis.sp.gov.br
Flávio
Morais
Jornalista
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